
Pedro Archer Cameira, counsel da área de prática de Contencioso e Arbitragem na Antas da Cunha Ecija, assina um artigo de opinião no Expresso sobre a suspensão da atividade judicial durante quase sete semanas por ano em Portugal.
Pedro Archer Cameira defende que este regime é um anacronismo num país onde a justiça já é apontada como lenta e distante do cidadão. Recorda que França (1974), Alemanha (1997) e Países Baixos aboliram ou nunca tiveram férias judiciais formais, mantendo os tribunais operacionais o ano inteiro através de sistemas de rotação, sem prejudicar o descanso de magistrados e advogados.
Alerta ainda que a morosidade judicial é hoje um dos principais obstáculos ao investimento estrangeiro em Portugal, citando dados do Fórum Económico Mundial e da Comissão Europeia que colocam o país entre os piores da UE em eficiência judicial.
Leia o artigo de opinião completo no Expresso.


