
Carolina Meireles, counsel da área de Comercial, Societário e M&A da Antas da Cunha Ecija, assina um artigo de opinião no ECO sobre como preparar a próxima geração de advogados numa profissão em plena transformação.
A partir da sua experiência em M&A, identifica três eixos centrais: como se lidera, como se forma talento e como se lida com a tecnologia. Defende que liderar passa por criar momentos de exposição progressiva para os mais jovens, mesmo quando isso implica investir mais tempo no imediato.
Alerta ainda que o que mais desgasta os advogados não é o número de horas, mas a falta de visibilidade sobre o próprio percurso e que a saúde mental na profissão se protege com feedback consistente e propósito, não apenas com políticas de bem-estar. Sobre a IA, sublinha que o maior impacto não estará na eficiência, mas na forma como se aprende a profissão, defendendo que deve ser usada como ferramenta de aprendizagem, e não apenas de produtividade.
Leia o artigo de opinião completo no ECO.


