
Amílcar Silva, sócio da área de prática de Direito Comercial e Societário da Antas da Cunha Ecija, assina um artigo de opinião no Jornal de Negócios sobre como a inteligência artificial está a redesenhar o Tech M&A, trazendo para este universo ativos antes vistos como industriais, energéticos ou de infraestruturas.
Defende que data centers, computação e energia se tornaram a nova cadeia crítica de valor da IA, gerando uma vaga de M&A onde empresas de infraestruturas ligadas a projetos de IA passam a ser valorizadas como verdadeiras tech companies, o que muda a lógica de valorização e a própria due diligence.
Amílcar Silva alerta ainda que, com capital cada vez mais seletivo, fechar negócios exige maturidade processual, robustez contratual e proteção da propriedade intelectual. Sublinha que Portugal reúne condições competitivas reais, mas que o desafio é converter talento e ecossistema numa pipeline de transações com escala internacional.
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