
Pedro da Quitéria Faria, sócio da Área de Prática de Direito do Trabalho e Segurança Social e Joana Pinto, sócia da Área de Prática de Digital Contracting & Compliance, foram entrevistados, pelo Jornal de Negócios, sobre o impacto da inteligência artificial na governação empresarial, nos contratos, nos modelos de negócio e de honorários, nas relações laborais e na contratação pública.
Pedro da Quitéria Faria destaca que as decisões laborais apoiadas por um algoritmo devem ser sempre revistas por uma pessoa, sublinhando que a supervisão humana só é eficaz quando há formação adequada, transparência do sistema e proteção institucional de quem supervisiona. Alerta ainda que, com o AI Act em plena aplicação, as coimas podem atingir 35 milhões de euros ou 7% do volume de negócios global.
Joana Pinto explica que a IA já não deve ser vista apenas como uma ferramenta de produtividade, mas como um fator de transformação organizacional, alertando para os riscos da utilização informal destas ferramentas dentro das empresas — a chamada “IA sombra” — e para a importância de um modelo de governação transversal, com responsabilidades claras entre administração, jurídico, tecnologia e recursos humanos.
Leia a entrevista completa no Jornal de Negócios.


