
Joana Cunha D’Almeida, sócia da área de prática de Direito Fiscal Antas da Cunha Ecija, é uma das especialistas ouvidas pelo ECO no podcast “Mulheres com ECO”.
Joana Cunha D’Almeida defendeu que a principal mudança trazida pela presença feminina em cargos de decisão está na representatividade — não porque a liderança seja melhor ou pior consoante o género, mas porque a sua raridade confere-lhe um impacto acrescido. Apelou ainda a que as mulheres “não se autolimitem” na construção das suas carreiras.
Sobre o escritório, destacou que 62% dos profissionais da Antas da Cunha Ecija são mulheres, salientando que, ao nível dos sócios, a equidade de género está a apenas 2% de ser alcançada.
No plano fiscal, sublinhou o papel cada vez mais estratégico do advogado fiscalista, num contexto de frequentes alterações legislativas e de crescente influência dos entendimentos da Autoridade Tributária. Na sua perspetiva, a inteligência artificial facilita a interpretação do enquadramento legal, mas é a capacidade de o moldar à jurisprudência existente que distingue o verdadeiro valor do aconselhamento jurídico.
Ouça o podcast aqui.


