
No artigo publicado no ECO, Alexandra Mota Gomes, sócia da Área de Criminal, Contraordenacional e Compliance da Antas da Cunha Ecija, comenta o aumento expressivo das comunicações de operações suspeitas de branqueamento de capitais nos últimos anos.
A advogada destaca que este crescimento reflete, em grande medida, o reforço dos mecanismos de controlo interno e das obrigações de reporte por parte das instituições financeiras, no âmbito de um enquadramento regulatório cada vez mais exigente.
Alexandra Mota Gomes sublinha ainda a importância da vigilância contínua e da articulação entre entidades para garantir a eficácia do combate ao branqueamento de capitais, num contexto de maior escrutínio e complexidade das operações financeiras.
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