
Isabel Santos Fidalgo, sócia da Área de Direito Fiscal da Antas da Cunha Ecija, concedeu uma entrevista à Vida Económica onde analisa a transformação estrutural da fiscalidade e os desafios que se colocam às empresas num contexto cada vez mais tecnológico.
Num cenário marcado pela crescente utilização de inteligência artificial pela administração tributária, destaca a transição para um modelo de supervisão contínua, assente em dados e inteligência preditiva, que exige das empresas uma abordagem mais estratégica, preventiva e integrada ao compliance fiscal.
Ao longo da entrevista, sublinha ainda o impacto do Pilar II, o aumento da complexidade do contencioso tributário e a necessidade de uma mudança de paradigma: a fiscalidade deixa de ser uma função reativa para assumir um papel central na construção estratégica das organizações.
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