News & MediaCibersegurança – Quão resilientes estamos?

28 de Junho, 2018
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No nosso quotidiano, e na maioria das atividades do nosso dia-a-dia, lidamos com a tecnologia digital. Está presente nas nossas vidas, desde as interações sociais a uma simples atividade de saúde. A tecnologia digital liga praticamente tudo e a nossa dependência da mesma está a crescer exponencialmente.

Em face desta realidade, e atendendo a que o espaço digital é cada vez mais partilhado, é necessário ficar alerta e desenvolver medidas de segurança para enfrentar os riscos que esta ligação digital acarreta. As obrigações que devem ser criadas para todos os participantes do ecossistema digital, passam por um conjunto de questões que devem permitir a capacidade coletiva de gerir estes riscos. Este é o cerne da ciber-resiliência.

Ora, se é certo que as ameaças à cibersegurança têm vindo a desenvolver-se, é igualmente certo que se deve desenvolver a abordagem à ciber-resiliência, nomeadamente tendo em conta que a ciber-resiliência não pode ser tratada isoladamente nem como sendo um único problema e, ainda, que não se trata apenas de um problema técnico ou político mas sim de um problema sócio-económico.

Deste modo, e longe de ser um problema isolado, a ciber-resiliência faz parte de uma transformação da nossa sociedade, impulsionada pelas tecnologias da informação e comunicação. A constante “hiperconetividade” digital é fruto de uma maior ligação das pessoas e coisas à Internet, o que potencia os perigos cibernéticos a que qualquer atividade do nosso dia-a-dia pode estar exposta, aumentando, assim, os desafios que teremos que enfrentar para os diminuir.

Os ciber-ataques acontecem, como sabemos, das mais variadas formas, pelo que foram sendo criados mecanismos para lidar com cada um deles, tais como a criação de instituições, de regulamentos ou outras normativas. No entanto, o maior desafio do mundo digital é a constante evolução do mesmo e a consequente e rápida desatualização daqueles mecanismos. Houve necessidade de redefinir os conceitos de privacidade, propriedade e segurança numa sociedade que está a presenciar uma explosão de inovação e tecnologia e onde é cada vez mais difícil prevenir um ataque àquelas realidades.

Atendendo a que o risco de ciberataques é crescente, o custo que estes riscos acarretam para as empresas, economia global e sociedade em geral, é igualmente premente. Assim, devemos promover a inovação tecnológica, continuando a obter o valor que dela podemos retirar bem como garantir que 

temos um ecossistema de resiliência robusto, através da implementação de medidas de compliance que vão ao encontro de uma gestão orientada para os negócios e competitividade das empresas.

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